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AVISO!!! Governantes, vai ter falta de mão-de-obra!!!

Presenciei os ABSURDOS e as mentiras, enganação, que muitos andam divulgando por ai…na mídia, talvez para se promover perante seus eleitores…Fui pesquisar nos Órgãos mencionados, os CURSOS GRATUITOS, já visando a COPA DE 2013/2014(Copa das Confederações e Copa do Mundo). O ABSURDO das mentiras caíram por terra, não existe qualquer curso gratuito para pessoas com mais idade, pesquisei HOTELARIA, TURISMO. EMPRESAS DE ÔNIBUS, e muitas outras profissões. Pesquisei no SENAI, SEBRAE, SENAC, FIERGS e outros locais que nunca vi falar, cada um desses me mandava ligar para “fulano” e “beltrano”, enfim, acabei desistindo…para pessoas mais novas, alguns tem vagas, porém, com muita exigência escolar, até parece que as pessoas mais idosas não tem capacidade e experiência de vida. Notamos que, muitos alunos formados, médicos, enfermeiros e até engenheiros, cometem grandes absurdos, nos deparamos com essas aberrações, todos os dias na mídia. ADVERTÊNCIA!!! até para as empresas do RGS, que vão precisar de muita mão-de-obra especializada.
Não sou jornalista, mais esta nota até tem cunho jornalístico, para alertar os governantes e as empresas.
Alguns jornalistas e repórteres da mídia local, que fazem parte das REDES SOCIAIS, poderiam divulgar em seus jornais, o testo fica liberado para quem quiser fazer uso, precisamos divulgar e alertar os responsáveis, enquanto há tempo.

Autor: Claudio – PY3CVS – via Word Press.

ALGUMAS ABERRAÇÕES DE ENGENHARIA:

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QUER UMA PROVA????

Ai está…

O Rio Grande do Sul vai contribuir com mais um monumento ao desperdício de dinheiro público. O viaduto da Estrada do Mar, no Litoral Norte, construído com altura meio metro abaixo do padrão recomendado para obras como essa, é um exemplo lamentável de como uma sequência de erros pode representar a perda de tempo e de dinheiro. Está evidente, nesse caso, que houve falha no planejamento da travessia. Que a empreiteira responsável também foi omissa, ao não tentar corrigir o defeito. E que a fiscalização, que deveria se orientar por referências da engenharia em empreendimentos semelhantes, igualmente foi relapsa.

Por tudo isso, o Estado deve gastar pelo menos R$ 1 milhão na correção do defeito. Anuncia-se como solução o rebaixamento da pista, já que seria inviável a reconstrução do viaduto. Tal solução, que pelo menos dará utilidade à obra, é de qualquer forma um vexame para a engenharia gaúcha. Por mais complexa que seja a construção de um viaduto, nenhuma explicação será capaz de convencer os contribuintes de que os erros técnicos não poderiam ter sido evitados. Surpreende que um dos supervisores tenha argumentado que a travessia só não é mais alta porque isso dificultaria a visibilidade dos motoristas que sobem a rampa, porque há uma curva no trajeto.

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